FOTOS DA PRIMEIRA MOTOROMARIA DA SOLIDARIEDADE
segunda-feira, 2 de maio de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
CELEBRAÇÃO DE ACOLITATO E LEITORATO
Assembleia Reunida
Pe. Jorge Alves, comentarista
Procissão de Entrada
Candidatos ao Diaconato
Padres Concelebrantes
Dom Matias
Candidatos
Candidatos
Concelebrantes
Candidatos
Ministério de Música
Mons. Lucas e Pe. Vicente
Altar Principal
Celebração realizada na igreja matriz de Nossa Senhora da Conceição de Nova Cruz / RN
Sangue de João Paulo II será apresentado para veneração
A relíquia que será exposta para veneração dos fiéis em ocasião da Beatificação do Papa João Paulo II é uma pequena ampola com sangue colocada num relicário feito especialmente pelo Escritório de Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice.
Acesse
.: Página especial da beatificação de JPII
Segundo informações divulgadas nesta terça-feira, 26, pelo Boletim da Santa Sé, “nos últimos dias de doença do Santo Padre, o médico pessoal realizou a coleta de sangue para colocar a disposição do Centro de Transfusão de Sangue do Hospital Menino Jesus, em vista de uma eventual transfusão”.
Porém, não houve nenhuma transfusão e o sangue permaneceu conservado em quatro pequenos recipientes. “Dois desses permaneceram à disposição do secretário particular do Papa João Paulo II, Cardeal [Stanisław] Dziwisz [atual Arcebispo de Cracóvia]. E os outros dois permaneceram no Hospital Menino Jesus, devotamente mantido pelas irmãs do hospital”, esclarece a Santa Sé.
Com a beatificação, duas dessas mostras de sangue foram colocadas em dois relicários: a primeira será preservada para veneração dos fiéis durante a cerimônia de beatificação, neste domingo, 1º de maio, e depois será conservada numa pequena urna aos cuidados do Escritório de Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice junto a outras importantes relíquias.
Já a segunda ampola de sangue, segundo o Vaticano, será concedida ao Hospital Menino Jesus sob os cuidados das religiosas que já durante estes anos preservam a relíquia.
Acesse
.: Página especial da beatificação de JPII
Segundo informações divulgadas nesta terça-feira, 26, pelo Boletim da Santa Sé, “nos últimos dias de doença do Santo Padre, o médico pessoal realizou a coleta de sangue para colocar a disposição do Centro de Transfusão de Sangue do Hospital Menino Jesus, em vista de uma eventual transfusão”.
Porém, não houve nenhuma transfusão e o sangue permaneceu conservado em quatro pequenos recipientes. “Dois desses permaneceram à disposição do secretário particular do Papa João Paulo II, Cardeal [Stanisław] Dziwisz [atual Arcebispo de Cracóvia]. E os outros dois permaneceram no Hospital Menino Jesus, devotamente mantido pelas irmãs do hospital”, esclarece a Santa Sé.
Com a beatificação, duas dessas mostras de sangue foram colocadas em dois relicários: a primeira será preservada para veneração dos fiéis durante a cerimônia de beatificação, neste domingo, 1º de maio, e depois será conservada numa pequena urna aos cuidados do Escritório de Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice junto a outras importantes relíquias.
Já a segunda ampola de sangue, segundo o Vaticano, será concedida ao Hospital Menino Jesus sob os cuidados das religiosas que já durante estes anos preservam a relíquia.
“O sangue se encontra no estado líquido, circunstância que se explica pela presença de substâncias anticoagulantes que estavam presentes nos tubos no momento da coleta”, explica o Boletim da Santa Sé.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
ESCOLA DIACONAL ENTREGA MINISTÉRIOS AOS FUTUROS DIACONOS PERMANENTES
Um grupo de alunos da Escola Diaconal Santo Estevão, Núcleo de Santa Cruz, receberá os Ministérios de Leitor e Acólito, dia 27 deste mês, às 19 horas, na Igreja Matriz da Imaculada Conceição, de Nova Cruz. A celebração será presidida pelo Arcebispo, Dom Matias Patrício de Macedo, concelebrados por diversos Padres das Regiões do Agreste e Trairí do estado.
Receberão os ministérios os candidatos ao diaconato permanente: Emanoel Araújo Costa, Evanoel Fernandes da Silva, Francisco Nelson Gomes, Geraldo José de Paiva, Jário Hélio do Nascimento, João Aparecido Ribeiro de Lima, José Jeová dos Santos Júnior, José Rogério Sobrinho e Manoel Cícero Batista Silva.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Área Pastoral de São Bento é elevada a Categoria de Paróquia
Uma grande multidão participou na noite de ontem (25) da fundação da paróquia de São Bento, a missa foi presidida pelo arcebispo metropolitano, Dom Matias Patrício de Macedo e concelebrada por mais de 30 padres de varias localidades do estado do RN e de outros estados como PB e PE.
Na ocasião foi lido o decreto de fundação e o termo de posse do atual administrador da paróquia padre Mário Gomes se tornando o primeiro padre da recém criada paróquia de São Bento. Participaram da solenidade o prefeito da cidade de Serra de São Bento o senhor Francisco Erasmo de Morais, que levou sua mensagem de esperança a seus munícipes e demonstrou aos presentes sua alegria em fazer parte desse momento histórico da cidade, a prefeita da cidade de Monte das Gameleiras a senhora Edinha Pinheiro também falou ao povo de Deus sobre a importância da fundação da paróquia para os municípios, e desejou êxito para o recém empossado padre Mário Gomes de França.
O casal de empresários Graça Rodrigues e Emanuel Faustino homenagearam o arcebispo Dom Matias Patrício de Macedo com lindo quadro personalizado. A missa contou com a presença dos 03 padres filhos natural de Serra de São Bento, padre Nicodemos que se encontra na cidade de São José de Piranhas/PB, padre José Moreira pároco da paróquia de Nossa Senhora de Fátima de Passa e Fica/RN, o frei padre Reginaldo que mora atualmente na cidade de Ouricuri/PE.
Fonte: Blog de Erinilson Cunha
terça-feira, 19 de abril de 2011
Bento XVI: o Papa que a mídia secular não mostra
Joseph Ratzinger continua sendo o homem de Deus que sempre foi. Sua simplicidade e paternidade superam toda e qualquer anticampanha midiática .Quando lentamente foi se encaminhando a votação para escolha de um novo Papa, o então Cardeal Joseph Ratzinger pensou que a "guilhotina teria caído sobre sua cabeça" e começou até a ter "vertigens". "Estava convencido de que tinha desempenhado a obra de toda uma vida e de poder transcorrer meus últimos dias em tranquilidade", confessou Bento XVI no conclave que o elegeu.
O então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, com profunda convicção, disse a Deus: "Não me faças isso! Dispões de pessoas mais jovens e melhores, que podem enfrentar esta grande tarefa com outro impulso e vigor", conta ele.
Mesmo sendo um teólogo altamente respeitado com diversas publicações e prefeito de um dicastério da Cúria Romana - a Congregação para a Doutrina da Fé -, Joseph Ratzinger acreditava ser um instrumento insuficiente.
"Fiquei então muito comovido com uma breve carta que me escreveu um irmão do colégio cardinalício. Recordou-me que, por ocasião da Missa por João Paulo II, eu tinha centrado a homilia, partindo do Evangelho, na palavra que o Senhor disse a Pedro, junto do lago de Genesaré: 'Segue-me!'. Expliquei que Karol Wojtyla recebeu sempre de novo este chamado do Senhor e, como sempre de novo, tivera de renunciar a muito e dizer simplesmente: 'Sim, sigo-te, mesmo se me conduzes onde não quero'", conta o agora Papa Bento XVI.
O religioso escreveu a ele: "Se agora o Senhor dissesse a ti 'Segue-me', então recorda-te do que pregaste. Não te recuses! Seja obediente como descreveste o grande Papa, que voltou à casa do Pai".
"Isso admirou-me profundamente. As vias do Senhor não são confortáveis, mas nós não somos criados para o conforto, mas para as coisas grandes, para o bem. Assim, no final, não pude fazer mais do que dizer sim".
O Papa que a mídia secular descreve
Neste sábado, 16, Bento XVI completa 84 anos de vida e, mesmo depois de quase seis anos de pontificado, ele ainda é descrito pela mídia secular como um homem frio, distante e conservador. Tais descrições levaram até mesmo alguns católicos a criar um certo distanciamento em relação às suas palavras e fazer pré-julgamentos a partir de informações de mídias seculares.
"No seu livro de entrevista O Sal da Terra, o Papa Bento XVI fala dessa problemática. E ele demonstra ter consciência de que foi vítima de uma propaganda desleal. Na verdade, a mídia progressista se uniu a vários teólogos liberais, dentro da própria Igreja, com o interesse de separar a figura do Cardeal Joseph Ratzinger da figura carismática de João Paulo II. Como se o Papa fosse refém de um cruel inquisidor. Nós sabemos, porém, que esses dois homens estavam intimamente ligados e trabalhavam em profunda sintonia um com o outro. Não é possível compreender o pontificado de João Paulo II deixando de lado a figura de Joseph Ratzinger", enfatiza o Vigário Judicial da Arquidiocese de Cuiabá (MT), padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior.
O sacerdote conheceu Bento XVI quando morou em Roma, de 1988 a 1992. Nesta época, o Papa era ainda o Cardeal Joseph Ratzinger. Ele lembra que como prefeito da Congregação da Doutrina da Fé, sempre que Joseph Ratzinger precisava dirigir uma palavra mais firme a algum teólogo fazia sempre por amor à verdade e amor pelo povo de Deus.
"Joseph Ratzinger continua sendo o homem de Deus que sempre foi. Não houve mudança em sua personalidade. Trata-se apenas do fato que a mídia sonegou e escondeu de nós, durante muito tempo, o homem extraordinário e cativante que ele sempre foi", afirma padre Paulo Ricardo.
Bento XVI: Pastor da Igreja
O Papa Bento XVI é hoje a figura real do pastor que a Igreja Católica precisa num tempo de profundas transformações sociais, econômicas e políticas, num tempo de consolidações de diálogos inter-religiosos e construções de novos diálogos culturais, explica padre Paulo Ricardo.
"O povo não pode ser deixado como ovelha sem pastor. O povo de Deus espera uma palavra que venha de seus pastores e que indique o caminho a ser seguido. Pois a própria Escritura nos adverte: 'surgirão falsos profetas'", destaca o presbítero.
Padre Paulo Ricardo ressalta que as pessoas devem receber a mensagem do Papa com o coração aberto.
"Na introdução do seu livro Jesus de Nazaré, o Papa diz que não é possível às pessoas dialogarem e se compreenderem mutuamente sem um mínimo de benevolência. Ou seja, para que nós possamos ouvir o Papa e aquilo que ele quer nos dizer, precisamos querer bem a ele e saber que ele não é um inimigo", destaca.
O sacerdote lembra que a guerra antes de ser um conflito de armas, é uma realidade espiritual; isto é, quando as pessoas não querem se ouvir mutuamente, estão em guerra.
"O Papa vem trazer uma mensagem de paz, mas para que nós acolhamos essa mensagem de paz é necessário que haja esta benevolência e a disposição de saber que é um homem de bem que vem nos dirigir uma palavra, e não simplesmente uma palavra dele, mas uma Palavra que vem de Deus", enfatiza.
fonte: Canção Nova
quinta-feira, 14 de abril de 2011
DECLARAR E ACLAMAR UM SANTO
A notícia de que Bento XVI declarará beato seu antecessor João Paulo II merece reflexão. É uma prática do catolicismo e um direito do Papa. A quase totalidade dos católicos lhe dá este direito. Aceitamos sua liderança. Pode ser que, aos olhos de muitos católicos, João Paulo II devesse esperar, mas milhões acham sua vida, seu testemunho e seus sofrimentos suficientes para que o incluam entre os exemplos a serem seguidos. Ele amou e testemunhou Jesus e viveu heroicamente a sua fé. Não há santos perfeitos neste mundo, mas ele e outros candidatos como Irmã Dulce viveram a fé com maior perfeição do que a nossa. Declaremos e proclamemos. Jesus fez e continua fazendo novos santos.
Os católicos privadamente proclamam alguém santo, ou santa quando percebem valores cristãos elevados nesta pessoa. Oficialmente, porém, alguém é declarado santo ou santa quando sua vida foi toda voltada para Deus e para o próximo. Como se trata de assunto estritamente católico, uma vez que outras igrejas também proclamam a santidade ou vida santa de seus fundadores e fiéis mais ilustres, mas os cultuam de outra forma, vale a pena entender o porquê destas beatificações ou canonizações.
No fundo tudo pode ser resumido nas frases: Deus é glorificado nos seus santos. Foi herói ou heroína da caridade. Deu a vida pelos outros e viveu pelo reino de Deus.
Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus. (Mt 5, 48)
Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; (I Pd 1, 15)
Portanto santificai-vos, e sede santos, pois eu sou o SENHOR vosso Deus. (Lev 20, 7)
Santos serão a seu Deus, e não profanarão o nome do seu Deus, porque oferecem as ofertas queimadas do SENHOR, e o pão do seu Deus; portanto serão santos. (Lev 21, 6)
Para confirmar os vossos corações, para que sejais irrepreensíveis em santidade diante de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso SENHOR Jesus Cristo com todos os seus santos. (I Ts 3, 13)
De certa forma o primeiro santo canonizado foi João Batista a quem Jesus declarou santo. Segundo está nos evangelhos, o próprio Jesus deu o critério para o que a Igreja passou a fazer: Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a própria vida pelo bem dos outros (Jo 15,13).
Mas nem todos os declarados e aclamados foram imediatamente aceitos pela Igreja. Em alguns casos levou tempo. Houve casos que esperaram 400 anos até serem proclamados e declarados santos, isto é: cristãos sancionados, provados e selados como sinais do Reino. Sanctus, santo, vem de sancire, sancionar...Deus e a Igreja assinariam em baixo desta vida!
Houve casos quase imediatos. Muitos mártires e Francisco de Assis, por exemplo, em menos de um ano foram canonizados. Entraram no cânone dos bem-aventurados que a Igreja aposta que estão salvos e no céu. Ultimamente, José Escrivá, o Fundador da Opus Dei, levou 27 anos. Dom Romero já leva mais de 40 anos em processo e, no entanto, ele morreu pela libertação do seu povo que morria sob uma cruel ditadura.
Tereza de Calcutá levou menos de dez, João XXIII menos de 50, João Paulo II menos de 7, Irmã Dulce menos de 15 anos após a morte. Em alguns casos, a Igreja ouviu a aclamação dos fiéis ou de um grupo de fiéis; em outros, não ouviu e até chegou a tirar da lista de proclamáveis e declaráveis algum candidato sobre quem se lançaram dúvidas pelo que teriam dito e escrito.
É critério da Igreja e não cabe a nenhum grupo querer impor o seu candidato ao reconhecimento de toda a Igreja. E daí? Seu candidato não foi declarado, o que não significa que não tenha levado vida santa. A Igreja não se opõe ao fato de seus fiéis admirarem algum católico que viveu vida heróica. Poderemos pedir a prece de nossos pais e de nossos irmãos de vida santa, desde que não o façamos contra a proposta da Igreja.
Dizer que alguém não será proclamado beato não é o mesmo que dizer que ele não se salvou, que não está no céu ou que sua vida não foi santa. Significa apenas que a Igreja não o proclamará modelo em tudo. Muitos dos santos que admiramos nem sempre escreveram ou disseram coisas hoje aceitas pelos católicos. Estão aí os livros para provar que a Igreja não concorda com eles em tudo. A Igreja mudou muitos conceitos e muitas de suas práticas e hoje, quem dissesse o que eles disseram ou fizesse o que eles fizeram não seria aprovado como modelo de ética cristã. Mas foram vistos como pessoas totalmente dedicadas ao Reino.
Como não há santo sem escorregão e nenhum santo é perfeito e sábio em tudo, a Igreja tem o direito de decidir quem deve ser venerado oficialmente e quem deve esperar. Haverá sempre algum questionamento, mas há que se respeitar a voz do povo e a voz da liderança. Somos produtos de um tempo e os santos viveram outras épocas e outras situações de conflito.
Os irmãos de outras igrejas que cultivem seus heróis do seu jeito. Respeitamos. Mas não nos acusem de adorar os santos! Esta calúnia não admitiremos. Só adoramos a Deus, mas nunca deixaremos de proclamar que ele é bendito pelos santos que nos deu. É bíblico, é teológico e nobre. Gratidão também é sinal de santidade!
Os católicos privadamente proclamam alguém santo, ou santa quando percebem valores cristãos elevados nesta pessoa. Oficialmente, porém, alguém é declarado santo ou santa quando sua vida foi toda voltada para Deus e para o próximo. Como se trata de assunto estritamente católico, uma vez que outras igrejas também proclamam a santidade ou vida santa de seus fundadores e fiéis mais ilustres, mas os cultuam de outra forma, vale a pena entender o porquê destas beatificações ou canonizações.
No fundo tudo pode ser resumido nas frases: Deus é glorificado nos seus santos. Foi herói ou heroína da caridade. Deu a vida pelos outros e viveu pelo reino de Deus.
Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus. (Mt 5, 48)
Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; (I Pd 1, 15)
Portanto santificai-vos, e sede santos, pois eu sou o SENHOR vosso Deus. (Lev 20, 7)
Santos serão a seu Deus, e não profanarão o nome do seu Deus, porque oferecem as ofertas queimadas do SENHOR, e o pão do seu Deus; portanto serão santos. (Lev 21, 6)
Para confirmar os vossos corações, para que sejais irrepreensíveis em santidade diante de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso SENHOR Jesus Cristo com todos os seus santos. (I Ts 3, 13)
De certa forma o primeiro santo canonizado foi João Batista a quem Jesus declarou santo. Segundo está nos evangelhos, o próprio Jesus deu o critério para o que a Igreja passou a fazer: Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a própria vida pelo bem dos outros (Jo 15,13).
Mas nem todos os declarados e aclamados foram imediatamente aceitos pela Igreja. Em alguns casos levou tempo. Houve casos que esperaram 400 anos até serem proclamados e declarados santos, isto é: cristãos sancionados, provados e selados como sinais do Reino. Sanctus, santo, vem de sancire, sancionar...Deus e a Igreja assinariam em baixo desta vida!
Houve casos quase imediatos. Muitos mártires e Francisco de Assis, por exemplo, em menos de um ano foram canonizados. Entraram no cânone dos bem-aventurados que a Igreja aposta que estão salvos e no céu. Ultimamente, José Escrivá, o Fundador da Opus Dei, levou 27 anos. Dom Romero já leva mais de 40 anos em processo e, no entanto, ele morreu pela libertação do seu povo que morria sob uma cruel ditadura.
Tereza de Calcutá levou menos de dez, João XXIII menos de 50, João Paulo II menos de 7, Irmã Dulce menos de 15 anos após a morte. Em alguns casos, a Igreja ouviu a aclamação dos fiéis ou de um grupo de fiéis; em outros, não ouviu e até chegou a tirar da lista de proclamáveis e declaráveis algum candidato sobre quem se lançaram dúvidas pelo que teriam dito e escrito.
É critério da Igreja e não cabe a nenhum grupo querer impor o seu candidato ao reconhecimento de toda a Igreja. E daí? Seu candidato não foi declarado, o que não significa que não tenha levado vida santa. A Igreja não se opõe ao fato de seus fiéis admirarem algum católico que viveu vida heróica. Poderemos pedir a prece de nossos pais e de nossos irmãos de vida santa, desde que não o façamos contra a proposta da Igreja.
Dizer que alguém não será proclamado beato não é o mesmo que dizer que ele não se salvou, que não está no céu ou que sua vida não foi santa. Significa apenas que a Igreja não o proclamará modelo em tudo. Muitos dos santos que admiramos nem sempre escreveram ou disseram coisas hoje aceitas pelos católicos. Estão aí os livros para provar que a Igreja não concorda com eles em tudo. A Igreja mudou muitos conceitos e muitas de suas práticas e hoje, quem dissesse o que eles disseram ou fizesse o que eles fizeram não seria aprovado como modelo de ética cristã. Mas foram vistos como pessoas totalmente dedicadas ao Reino.
Como não há santo sem escorregão e nenhum santo é perfeito e sábio em tudo, a Igreja tem o direito de decidir quem deve ser venerado oficialmente e quem deve esperar. Haverá sempre algum questionamento, mas há que se respeitar a voz do povo e a voz da liderança. Somos produtos de um tempo e os santos viveram outras épocas e outras situações de conflito.
Os irmãos de outras igrejas que cultivem seus heróis do seu jeito. Respeitamos. Mas não nos acusem de adorar os santos! Esta calúnia não admitiremos. Só adoramos a Deus, mas nunca deixaremos de proclamar que ele é bendito pelos santos que nos deu. É bíblico, é teológico e nobre. Gratidão também é sinal de santidade!

Igreja de Natal se solidariza com a dor da comunidade escolar do Rio de Janeiro
A Paróquia da Catedral de Nossa Senhora da Apresentação, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, da Cidade do Natal, realizará uma concentração das Escolas Municipais da cidade, na Procissão do Encontro, em solidariedade à comunidade escolar do Rio de Janeiro, vítima do massacre que provocou a morte 12 crianças. O tema é: Educação, Vida e Paz.
Foto: Pascom Nova Cruz/RN
A concentração das Escolas acontecerá na Praça Cívica, sexta-feira, dia 15, às 15h30. Às 16 horas, as escolas sairão em caminhada para a Catedral Metropolitana de Natal, onde se dará o encontro com as imagens do Bom Jesus dos Passos e Nossa Senhora da Soledade, que sairão, respectivamente, da Matriz do Bom Jesus das Dores, na Ribeira, e da Antiga Catedral, Cidade Alta, na tradicional Procissão do Encontro, realizada sempre na sexta-feira que antecede a Semana Santa.
Durante o encontro, em frente à Catedral, serão feitas preces relacionadas a três dores: a dor de Maria, que se encontra com o seu Filho, Jesus, com a Cruz; a dor do Planeta, que “geme como em dores de parto” (Campanha da Fraternidade 2011); e a dor da comunidade escolar do Rio de Janeiro, com o massacre.
Fonte: www.arquidiocesedenatal.org.br
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Vaticano decreta data de memória litúrgica de JPII
Em razão da beatificação de João Paulo II, que será presidida pelo Papa Bento XVI no dia 1º de maio, a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos emitiu um decreto regulamentando o culto litúrgico reservado ao futuro beato.
O dia 22 de outubro foi escolhido para celebração em memória de João Paulo II na Diocese de Roma e nas dioceses da Polônia.
Confira a íntegra do decreto
Para o culto litúrgico e prestação de homenagem em honra ao Beato João Paulo II
Em caráter excepcional, reconhecida por toda a Igreja Católica espalhada por toda a terra é a beatificação do Venerável João Paulo II, de feliz memória, que acontecerá na Praça São Pedro, em Roma, presidida pelo Santo Padre Bento XVI.
Em vista de tal extraordinariedade, foi recebido numerosos pedidos sobre o culto litúrgico em honra do novo beato. Segundo pontos e formas estabelecidas pela lei, esta Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos comunica a disposição destes pedidos.
O dia 22 de outubro foi escolhido para celebração em memória de João Paulo II na Diocese de Roma e nas dioceses da Polônia.
Confira a íntegra do decreto
Para o culto litúrgico e prestação de homenagem em honra ao Beato João Paulo II
Em caráter excepcional, reconhecida por toda a Igreja Católica espalhada por toda a terra é a beatificação do Venerável João Paulo II, de feliz memória, que acontecerá na Praça São Pedro, em Roma, presidida pelo Santo Padre Bento XVI.
Em vista de tal extraordinariedade, foi recebido numerosos pedidos sobre o culto litúrgico em honra do novo beato. Segundo pontos e formas estabelecidas pela lei, esta Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos comunica a disposição destes pedidos.
Se dispõe que no ano sucessivo à beatificação de João Paulo II, até o dia 1º de maio de 2012, seja possível celebrar uma Santa Missa em Ação de Graça nos lugares e dias significativos. A responsabilidade de estabelecer o dia ou os dias, como também o lugar e os lugares de encontro do povo de Deus, compete ao bispo diocesano para a sua diocese. Consideradas as necessidades físicas e as conveniências pastorais, se concede a possibilidade de celebrar uma Santa Missa em honra ao novo beato em um domingo durante o ano como também em um dia entre 10 e 13, da tabela dos dias litúrgicos.
Do mesmo modo, para as famílias religiosas compete ao Superior Geral oferecer indicações sobre os dias e lugares significativos para toda a família religiosa.
Para a Santa Missa, haverá a possibilidade de cantar o Glória, recolhimento da coleta em honra ao beato. Já as outras orações, o prefácio, as antífonas e leituras bíblicas são extraídas em comunhão com os pastores para a memória de um Papa.
Se ocorrer num domingo durante o ano, para as leituras bíblicas, se poderá escolher textos adequados pela Comunidade dos pastores para a primeira leitura, Salmo responsorial e ao Evangelho.
As inscrições do novo Beato nos Calendários particulares
Se dispõe que, no Calendário próprio da Diocese de Roma e das dioceses da Polônia, a celebração do Beato João Paulo II, seja registrada no dia 22 de outubro e celebrada, a cada ano, como memória.
Sobre os textos litúrgico, se concede como própria a oração da comunidade e a segunda leitura do Oficio das leituras, com seu responsório. Os outros textos são escolhidos na Comunhão de pastores, para a memória de um Papa.
Quanto aos outros Calendário próprios, a requisição da memória facultativa do Beato João Paulo II poderá ser apresentada pela Congregação das Conferências dos Bispos para o seu território, pelo Bispo para a sua diocese e pelo Superior Geral para a sua família religiosa.
Dedicação de uma igreja a Deus em honra ao novo beato
A escolha do Beato João Paulo II como titular de uma igreja prevê induto da Sede Apostólica (cf. Ordo dedicationis ecclesiae, Praenotanda, nº 4), exceto quando já esteja inscrita no calendário particular: neste caso, não é necessário o induto, pois na igreja na qual ele é titular, está reservado para o grau de festa (cf. Congregatio de Cultu Divino et Disciplina Sacramentorum, Notificatio de cultu Beatorum, 21 de maio de 1999, nº 9).
Fonte: Canção
Ex-presidente do Egito é detido
O ex-presidente egípcio Hosni Mubarak foi condenado a passar 15 dias na prisão nesta quarta-feira, 13, garantindo aos militares que governam o país o respeito de manifestantes ao eliminar suspeitas de que estariam protegendo o ex-líder de investigações.
Mubarak, deposto em 11 de fevereiro após manifestações intensas contra seu governo de 30 anos, foi internado na terça-feira após uma "crise cardíaca", informou a imprensa estatal. Informações, no entanto, divergem sobre a gravidade do seu estado de saúde.
O Ministério Público convocou e interrogou Mubarak sobre o assassinato de manifestantes, desvio de dinheiro público e abuso de poder. Mais de 380 manifestantes foram mortos nos 18 dias de manifestações que levaram à queda de Mubarak.
"O ex-presidente Hosni Mubarak foi detido por 15 dias para investigação", informou a televisão estatal.
Seus dois filhos, Alaa e Gamal, também foram interrogados como parte da investigação e detidos, disse a TV.
Em seu primeiro comentário público desde sua renúncia, transmitido pela televisão Al Arabiya no domingo, Mubarak negou as acusações.
Um helicóptero militar pousou perto do hospital onde Mubarak estava internado em Sharm el-Sheikh, na quarta-feira, para transportar o ex-presidente ao Cairo, informou a rede de TV Al-Jazeera. Uma fonte de segurança disse à Reuters que Mubarak poderia ser transferido ao Cairo ou arredores para participar do inquérito.
Não houve confirmação oficial da prisão. Outra fonte de segurança disse mais cedo que se esperava que Mubarak continuasse em Sharm el-Sheikh.
A agência de notícias oficial também disse que ainda não foi determinado o local para o qual Mubarak seria levado. A agência relatou um forte esquema de segurança em torno do hospital no balneário do Mar Vermelho.
A fonte disse que os filhos de Mubarak foram levados para uma prisão nos arredores de Cairo, integrando uma lista de ex-ministros e funcionários sob investigação e detidos na mesma prisão.
Mubarak, deposto em 11 de fevereiro após manifestações intensas contra seu governo de 30 anos, foi internado na terça-feira após uma "crise cardíaca", informou a imprensa estatal. Informações, no entanto, divergem sobre a gravidade do seu estado de saúde.
O Ministério Público convocou e interrogou Mubarak sobre o assassinato de manifestantes, desvio de dinheiro público e abuso de poder. Mais de 380 manifestantes foram mortos nos 18 dias de manifestações que levaram à queda de Mubarak.
"O ex-presidente Hosni Mubarak foi detido por 15 dias para investigação", informou a televisão estatal.
Seus dois filhos, Alaa e Gamal, também foram interrogados como parte da investigação e detidos, disse a TV.
Em seu primeiro comentário público desde sua renúncia, transmitido pela televisão Al Arabiya no domingo, Mubarak negou as acusações.
Um helicóptero militar pousou perto do hospital onde Mubarak estava internado em Sharm el-Sheikh, na quarta-feira, para transportar o ex-presidente ao Cairo, informou a rede de TV Al-Jazeera. Uma fonte de segurança disse à Reuters que Mubarak poderia ser transferido ao Cairo ou arredores para participar do inquérito.
Não houve confirmação oficial da prisão. Outra fonte de segurança disse mais cedo que se esperava que Mubarak continuasse em Sharm el-Sheikh.
A agência de notícias oficial também disse que ainda não foi determinado o local para o qual Mubarak seria levado. A agência relatou um forte esquema de segurança em torno do hospital no balneário do Mar Vermelho.
A fonte disse que os filhos de Mubarak foram levados para uma prisão nos arredores de Cairo, integrando uma lista de ex-ministros e funcionários sob investigação e detidos na mesma prisão.
Gamal, de 47 anos, filho mais novo de Mubarak, mantinha um alto cargo no partido governista. Muitos egípcios acreditavam que ele estaria sendo preparado para suceder seu pai, embora ambos negassem tais planos.
Fonte: Canção Nova
sábado, 9 de abril de 2011
Sociedade perdeu o valor cristão da família, ressalta Bento XVI
SOCIEDADE PERDEU O VALOR CRISTÃO DA FAMÍLIA
A Igreja não pode mais contar com a sociedade para uma compreensão do matrimônio no sentido cristão. Foi o que destacou o Papa Bento XVI em seu discurso pronunciado na manhã desta quinta-feira, 7, aos bispos indianos de tradição siro-malankareses, em visita ad Limina.
Bento XVI enfatizou que é preciso pensar no casamento como um vínculo duradouro, estável, aberto a geração dos filhos, porque a família se tornou frágil diante de valores que colocam os filhos apenas como um direito e não como um dom.
Segundo o Santo Padre, essa mudança nos valores da família acontece de maneira rápida e drástica em todo o mundo, desafiando os cristãos a “proclamar a verdade libertadora do evangelho”.
“Infelizmente, a Igreja não pode mais contar com o sustento da sociedade em geral para promover a compreensão cristã do matrimônio como união estável e indissolúvel, orientada para a procriação e santificação dos esposos”, enfatizou Bento XVI.
Dentro deste mistério de comunhão de amor, o Papa destacou que o matrimônio sacramental e a vida familiar são expressões privilegiadas da participação na vida divina. Assim, destacou a importância do apoio dos bispos, sacerdotes e comunidades na formação sólida e integral dos jovens, além de capacitá-los e responsabilizá-los, pode beneficiar a sociedade como um todo.
Na sequência, Bento XVI agradeceu pela fé, caridade e trabalho árduo das comunidades de religiosos e religiosas nas eparquias do país.
“A vocação à vida religiosa e o exercício da caridade perfeita é atraente em qualquer idade, mas deve ser alimentada por uma renovação espiritual constante e pela formação, que deve ser parte integrante do cotidiano de cada indivíduo e da comunidade”, disse o Papa.
O Pontífice destacou ainda a especificidade da Igreja na Índia, na qual sua unidade se reflete em uma diversidade de ritos e tradições. O Santo Padre pediu aos bispos que continuem a promover a comunhão, deixando que o comando suave de São Paulo continue a guiar seus corações e esforços apostólicos.
Fonte: Canção Nova
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Papa diz estar consternado por atentado em escola do Rio
O Papa Bento XVI enviou um telegrama de pesar, nesta sexta-feira, 8, ao Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, no qual se diz "profundamente consternado pelo dramático atentado perpetrado contra crianças indefesas".
O atentado que matou 12 crianças aconteceu nesta quinta-feira, 7, na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro.
O atentado que matou 12 crianças aconteceu nesta quinta-feira, 7, na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro.
No telegrama enviado por meio do Secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, o Papa convida todos os cariocas, diante desta tragédia, a dizerem não à violência que é "um caminho sem futuro e procurem construir uma sociedade fundada na justiça e no respeito pelas pessoas, sobretudo pelos mais fracos e indefesos".
No final da mensagem Bento XVI concede a todo o povo brasileiro a sua benção apostólica.
Confira a íntegra do telegrama do Santo Padre
Excelência Reverendíssima
Dom Orani João Tempesta
Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro
Profundamente consternado pelo dramático atentado realizado contra crianças indefesas em um colégio municipal no bairro do Realengo, o Sumo Pontífice deseja assegurar através de Vossa Excelência Revma sua solidariedade e conforto espiritual às famílias que perderam seus filhos e toda a comunidade escolar, com votos de pronta recuperação dos feridos.
O Santo Padre convida todos os cariocas, diante desta tragédia, a dizer não à violência que constitui caminho sem futuro, procurando construir uma sociedade fundada sobre a justiça e o respeito pelas pessoas, sobretudo os mais fracos e indefesos.
Em nome de Deus, para que a esperança não esmoreça nesta hora de prova e faça prevalecer o perdão e o amor sobre o ódio e a vingança, Sua Santidade Papa Bento XVI concede-lhes uma confortadora bênção apostólica.
Cardeal Tarcísio Bertone
Secretário de Estado de Sua Santidade
No final da mensagem Bento XVI concede a todo o povo brasileiro a sua benção apostólica.
Confira a íntegra do telegrama do Santo Padre
Excelência Reverendíssima
Dom Orani João Tempesta
Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro
Profundamente consternado pelo dramático atentado realizado contra crianças indefesas em um colégio municipal no bairro do Realengo, o Sumo Pontífice deseja assegurar através de Vossa Excelência Revma sua solidariedade e conforto espiritual às famílias que perderam seus filhos e toda a comunidade escolar, com votos de pronta recuperação dos feridos.
O Santo Padre convida todos os cariocas, diante desta tragédia, a dizer não à violência que constitui caminho sem futuro, procurando construir uma sociedade fundada sobre a justiça e o respeito pelas pessoas, sobretudo os mais fracos e indefesos.
Em nome de Deus, para que a esperança não esmoreça nesta hora de prova e faça prevalecer o perdão e o amor sobre o ódio e a vingança, Sua Santidade Papa Bento XVI concede-lhes uma confortadora bênção apostólica.
Cardeal Tarcísio Bertone
Secretário de Estado de Sua Santidade
Santa Teresinha do Menino Jesus é tema da Catequese do Papa
"Qual é esse Amor que preencheu toda a vida de Teresa, desde a infância até a morte? Queridos amigos, esse Amor tem um Rosto, tem um Nome, é Jesus! A Santa fala continuamente de Jesus. Desejamos percorrer novamente, então, as grandes etapas da sua vida, para entrar no coração da sua doutrina", disse o Papa Bento XVI nos momentos iniciais da tradicional Catequese nesta quarta-feira, 6.
A vida e espiritualidade da religiosa da família Carmelita e Doutora da Igreja, Santa Teresa de Lisieux (Teresa do Menino Jesus da Sagrada Face), foi o tema central do encontro.
O Santo Padre indicou que confiança e amor são as duas palavras que iluminaram todo o caminho de santidade da jovem religiosa francesa. "Assim, Teresa indica a todos nós que a vida cristã consiste em viver plenamente a graça do Batismo no dom total de si ao Amor do Pai, para viver como Cristo, no fogo do Espírito Santo, o Seu mesmo amor por todos os outros", destacou.
Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Catequese de Bento XVI sobre Santa Teresinha
O Pontífice apontou um segredo da vida da santa: "A sua caridade amável e sorridente é a expressão da alegria profunda, da qual nos revela o segredo: 'Jesus, a minha alegria é amar a Ti'".
Sobre as últimas palavras pronunciadas por Teresinha antes de morrer - "Meu Deus, eu vos amo" -, o Bispo de Roma ensinou:
"Queridos amigos, também nós, com Santa Teresa do Menino Jesus, devemos poder repetir a cada dia ao Senhor que desejamos viver de amor a Ele e aos outros, aprender na escola dos santos a amar de modo autêntico e total. Teresa é um dos 'pequenos' do Evangelho que se deixam conduzir por Deus na profundidade do seu Mistério".
Além disso, Santa Teresinha também é indicada pelo Sucessor de Pedro como guia para todos, especialmente para os que desempenham o ministério de teólogos. "Com a humildade e caridade, a fé e a esperança, Teresa entra continuamente no coração da Sagrada Escritura que contém o Mistério de Cristo. E tal leitura da Bíblia, nutrida pela ciência do amor, não se opõe à ciência acadêmica. A ciência dos santos, de fato, da qual ela mesma fala na última página da História de uma alma, é a ciência mais alta. Inseparável do Evangelho, a Eucaristia é, para Teresa, o Sacramento do Amor Divino que se abaixa ao extremo para elevar-nos a Ele", explicou.
A audiência
O encontro do Bispo de Roma com os cerca de 20 mil fiéis reunidos na Praça de São Pedro aconteceu às 10h30 (horário de Roma - 6h30 no horário de Brasília). O Papa continua uma breve série de encontros para completar a apresentação dos Doutores da Igreja, no contexto de Catequeses dedicadas aos padres da Igreja e grandes figuras de teólogos e mulheres da Idade média.
Ao final da audiência, o Papa lançou um apelo em prol do fim do derramamento de sangue na Líbia e Costa do Marfim.
Na saudação aos fiéis de língua portuguesa, o Papa salientou:
"a todos saúdo e dou as boas-vindas, particularmente, aos portugueses vindos de Espinho e aos brasileiros de Divinópolis. Possa essa peregrinação reforçar o vosso zelo apostólico para fazerdes crescer o amor a Jesus Cristo na própria casa e na sociedade! Que Deus vos abençoe!".
Santa Teresinha de Lisieux
A narração da vida de Teresinha é publicada no livro História de uma alma. "É um livro que teve subitamente um enorme sucesso, foi traduzido em muitas línguas e difundido em todo o mundo. Gostaria de convidar-vos a redescobrir esse pequeno-grande tesouro, esse luminoso comentário do Evangelho plenamente vivido!", exclama o Santo Padre.
Nasceu em 2 de janeiro de 1873 em Alençon, cidade da Normandia (França). É a última filha de Luigi e Zelia Martin, esposos e pais exemplares, beatificados conjuntamente em 19 de outubro de 2008. Ela e mais cinco irmãs tornaram-se religiosas. Aos quatro anos, morre sua mãe. O pai e as filhas transferem-se então para a cidade de Lisieux, onde se desenvolverá toda a vida da Santa.
"Mais tarde, Teresa, atingida por uma grave doença nervosa, é curada por uma graça divina, que ela mesma define como o 'sorriso de Nossa Senhora'. Recebeu depois a Primeira Comunhão, intensamente vivida, e colocou Jesus Eucaristia ao centro da sua existência", explica Bento XVI.
A "Graça de Natal" de 1886 assinala uma grande reviravolta, por ela também chamada de "completa conversão". Ela é curada de sua hipersensibilidade infantil. Com 14 anos, leva no coração o caso, aparentemente sem esperanças, de um criminoso condenado à morte e impenitente. "'Desejei a todo custo impedir-lhe de cair no inferno', escreve a Santa, com a certeza de que a sua oração o teria colocado em contato com o Sangue redentor de Jesus. É a sua primeira e fundamental experiência de maternidade espiritual: 'Tanta confiança tenho na Misericórdia Infinita de Jesus', escreve. Com Maria Santíssima, a jovem Teresa ama, crê e espera com 'um coração de mãe'", narra o Papa.
Em novembro de 1887, ela dirige-se em peregrinação a Roma, juntamente com seu pai e a irmã Celina, e tem uma audiência com o Papa Leão XIII, ao qual pede a permissão para entrar, com apenas 15 anos, no Carmelo de Lisieux. Um ano depois, o seu desejo se realiza. "A sua profissão religiosa, na festa da Natividade de Maria, em 8 de setembro de 1890, é para ela um verdadeiro matrimônio espiritual na 'pequenez' evangélica, caracterizada pelo símbolo da flor. Para Teresa, ser religiosa significa ser esposa de Jesus e mãe das almas", diz Bento XVI.
Em 1896 vem a "Graça de Páscoa", que abre o último período da vida de Teresa, marcado pelo início de seus sofrimentos corporais, vividos em união profunda à Paixão de Jesus. "Com Maria ao lado da Cruz de Jesus, Teresa vive então a fé mais heroica, como luz nas trevas que invadem sua alma. A Carmelitana tem consciência de viver essa grande prova pela salvação de todos os ateus do mundo moderno, chamados por ela de 'irmãos'. Vive então ainda mais intensamente o amor fraterno. Torna-se verdadeiramente uma 'irmã universal'! Nesse contexto de sofrimento, vivendo o maior amor nas pequenas coisas da vida cotidiana, a santa leva a cumprimento a sua vocação de ser o Amor no coração da Igreja", salientou o Pontífice.
Teresa morre na noite de 30 de setembro de 1897, pronunciando as simples palavras "Meu Deus, vos amo!", olhando o Crucifixo que segurava nas mãos. "Essas últimas palavras da Santa são a chave de toda a sua doutrina, da sua interpretação do Evangelho. O ato de amor, expresso no seu último suspiro, era como o contínuo respiro da sua alma, como o batimento do seu coração", concluiu.
A Santa foi beatificada em 1923 e canonizada em 1925. O Venerável Papa João Paulo II, em 1997, desejou dar-lhe o título de Doutora da Igreja, em acréscimo àquele de Padroeira das Missões, já atribuído por Pio XI em 1939.
A vida e espiritualidade da religiosa da família Carmelita e Doutora da Igreja, Santa Teresa de Lisieux (Teresa do Menino Jesus da Sagrada Face), foi o tema central do encontro.
O Santo Padre indicou que confiança e amor são as duas palavras que iluminaram todo o caminho de santidade da jovem religiosa francesa. "Assim, Teresa indica a todos nós que a vida cristã consiste em viver plenamente a graça do Batismo no dom total de si ao Amor do Pai, para viver como Cristo, no fogo do Espírito Santo, o Seu mesmo amor por todos os outros", destacou.
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.: NA ÍNTEGRA: Catequese de Bento XVI sobre Santa Teresinha
O Pontífice apontou um segredo da vida da santa: "A sua caridade amável e sorridente é a expressão da alegria profunda, da qual nos revela o segredo: 'Jesus, a minha alegria é amar a Ti'".
Sobre as últimas palavras pronunciadas por Teresinha antes de morrer - "Meu Deus, eu vos amo" -, o Bispo de Roma ensinou:
"Queridos amigos, também nós, com Santa Teresa do Menino Jesus, devemos poder repetir a cada dia ao Senhor que desejamos viver de amor a Ele e aos outros, aprender na escola dos santos a amar de modo autêntico e total. Teresa é um dos 'pequenos' do Evangelho que se deixam conduzir por Deus na profundidade do seu Mistério".
Além disso, Santa Teresinha também é indicada pelo Sucessor de Pedro como guia para todos, especialmente para os que desempenham o ministério de teólogos. "Com a humildade e caridade, a fé e a esperança, Teresa entra continuamente no coração da Sagrada Escritura que contém o Mistério de Cristo. E tal leitura da Bíblia, nutrida pela ciência do amor, não se opõe à ciência acadêmica. A ciência dos santos, de fato, da qual ela mesma fala na última página da História de uma alma, é a ciência mais alta. Inseparável do Evangelho, a Eucaristia é, para Teresa, o Sacramento do Amor Divino que se abaixa ao extremo para elevar-nos a Ele", explicou.
A audiência
O encontro do Bispo de Roma com os cerca de 20 mil fiéis reunidos na Praça de São Pedro aconteceu às 10h30 (horário de Roma - 6h30 no horário de Brasília). O Papa continua uma breve série de encontros para completar a apresentação dos Doutores da Igreja, no contexto de Catequeses dedicadas aos padres da Igreja e grandes figuras de teólogos e mulheres da Idade média.
Ao final da audiência, o Papa lançou um apelo em prol do fim do derramamento de sangue na Líbia e Costa do Marfim.
Na saudação aos fiéis de língua portuguesa, o Papa salientou:
"a todos saúdo e dou as boas-vindas, particularmente, aos portugueses vindos de Espinho e aos brasileiros de Divinópolis. Possa essa peregrinação reforçar o vosso zelo apostólico para fazerdes crescer o amor a Jesus Cristo na própria casa e na sociedade! Que Deus vos abençoe!".
Santa Teresinha de Lisieux
A narração da vida de Teresinha é publicada no livro História de uma alma. "É um livro que teve subitamente um enorme sucesso, foi traduzido em muitas línguas e difundido em todo o mundo. Gostaria de convidar-vos a redescobrir esse pequeno-grande tesouro, esse luminoso comentário do Evangelho plenamente vivido!", exclama o Santo Padre.
Nasceu em 2 de janeiro de 1873 em Alençon, cidade da Normandia (França). É a última filha de Luigi e Zelia Martin, esposos e pais exemplares, beatificados conjuntamente em 19 de outubro de 2008. Ela e mais cinco irmãs tornaram-se religiosas. Aos quatro anos, morre sua mãe. O pai e as filhas transferem-se então para a cidade de Lisieux, onde se desenvolverá toda a vida da Santa.
"Mais tarde, Teresa, atingida por uma grave doença nervosa, é curada por uma graça divina, que ela mesma define como o 'sorriso de Nossa Senhora'. Recebeu depois a Primeira Comunhão, intensamente vivida, e colocou Jesus Eucaristia ao centro da sua existência", explica Bento XVI.
A "Graça de Natal" de 1886 assinala uma grande reviravolta, por ela também chamada de "completa conversão". Ela é curada de sua hipersensibilidade infantil. Com 14 anos, leva no coração o caso, aparentemente sem esperanças, de um criminoso condenado à morte e impenitente. "'Desejei a todo custo impedir-lhe de cair no inferno', escreve a Santa, com a certeza de que a sua oração o teria colocado em contato com o Sangue redentor de Jesus. É a sua primeira e fundamental experiência de maternidade espiritual: 'Tanta confiança tenho na Misericórdia Infinita de Jesus', escreve. Com Maria Santíssima, a jovem Teresa ama, crê e espera com 'um coração de mãe'", narra o Papa.
Em novembro de 1887, ela dirige-se em peregrinação a Roma, juntamente com seu pai e a irmã Celina, e tem uma audiência com o Papa Leão XIII, ao qual pede a permissão para entrar, com apenas 15 anos, no Carmelo de Lisieux. Um ano depois, o seu desejo se realiza. "A sua profissão religiosa, na festa da Natividade de Maria, em 8 de setembro de 1890, é para ela um verdadeiro matrimônio espiritual na 'pequenez' evangélica, caracterizada pelo símbolo da flor. Para Teresa, ser religiosa significa ser esposa de Jesus e mãe das almas", diz Bento XVI.
Em 1896 vem a "Graça de Páscoa", que abre o último período da vida de Teresa, marcado pelo início de seus sofrimentos corporais, vividos em união profunda à Paixão de Jesus. "Com Maria ao lado da Cruz de Jesus, Teresa vive então a fé mais heroica, como luz nas trevas que invadem sua alma. A Carmelitana tem consciência de viver essa grande prova pela salvação de todos os ateus do mundo moderno, chamados por ela de 'irmãos'. Vive então ainda mais intensamente o amor fraterno. Torna-se verdadeiramente uma 'irmã universal'! Nesse contexto de sofrimento, vivendo o maior amor nas pequenas coisas da vida cotidiana, a santa leva a cumprimento a sua vocação de ser o Amor no coração da Igreja", salientou o Pontífice.
Teresa morre na noite de 30 de setembro de 1897, pronunciando as simples palavras "Meu Deus, vos amo!", olhando o Crucifixo que segurava nas mãos. "Essas últimas palavras da Santa são a chave de toda a sua doutrina, da sua interpretação do Evangelho. O ato de amor, expresso no seu último suspiro, era como o contínuo respiro da sua alma, como o batimento do seu coração", concluiu.
A Santa foi beatificada em 1923 e canonizada em 1925. O Venerável Papa João Paulo II, em 1997, desejou dar-lhe o título de Doutora da Igreja, em acréscimo àquele de Padroeira das Missões, já atribuído por Pio XI em 1939.
Fonte: Canção Nova
Igreja e Hemonorte fazem campanha de doação de sangue
Pelo segundo ano seguido, a Arquidiocese de Natal, através da Região Pastoral Urbana e da Paróquia da Catedral, em parceria com o Hemonorte, realizarão uma campanha de doação de sangue, no período da Semana Santa. A campanha será nos dias 18, 19 e 20 e haverá postos de coleta na Catedral, no centro; no Hemonorte, situado na Av. Alexandrino de Alencar, 1800, no Tirol; e na Casa da Cidadania, próxima à Área de Lazer do Panatis, na zona norte de Natal.
Para o pároco da Catedral, Pe. Aerton Sales, doar sangue é um gesto concreto de solidariedade. “Motivados pelo exemplo e mandato de Jesus ‘amai-vos como eu vos amei’, desejamos expressar um gesto concreto, o nosso amor, salvando vidas, doando sangue.
Convocamos homens e mulheres de boa vontade para aderirem à campanha”, reforça o pároco. Para fazer a doação de sangue, basta a pessoa se apresentar a um dos postos de coleta, ter idade entre 18 e 65 anos de idade, peso acima de 50 quilos, apresentar um documento com foto, e sentir-se bem de saúde.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Pascom
A Pastoral da Comunicação (Pascom) surgiu em
resposta à urgente necessidade da Igreja em utilizar e evangelizar os meios de
comunicação social. Atualmente, em
nível de CNBB, a Pascom se situa na Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura,
Educação e Comunicação Social.
Os
bispos do Brasil definiram a Pascom como a pastoral do ser/estar em
comunhão/comunidade. É a pastoral da acolhida e da participação, das
inter-relações humanas, da organização solidária, do planejamento democrático,
do uso dos recursos e instrumentos que facilitem o intercâmbio de informações e
manifestações das pessoas no interior da comunidade e da sociedade.
A Pascom é chamada a ser ‘integradora’ das
pastorais. Neste sentido, ela tem características próprias como: a integração no interno da Igreja, entre as pessoas,
e no externo, entre as pastorais. Ela não se sobrepõe às demais pastorais, mas
trabalha a visibilidade interna, envolvendo todas e proporcionando-lhes o
conhecimento da realidade; externamente, divulga as ações da igreja para a
sociedade.
Atribuições
da Pastoral da Comunicação
* Comunicação Interna: promover a
pastoralidade orgânica, integrando as pastorais e movimentos em espírito de
comunhão e fraternidade, tanto a nível arquidiocesano quanto paroquial;
* Comunicação Externa: dar
visibilidade às ações da Igreja nos meios de comunicação social disponíveis,
produzindo cultura e promovendo os valores evangélicos;
* Oferecer formação para o
adequado uso e relacionamento com os meios de comunicação ao clero, religiosos
e agentes das diversas pastorais e movimentos;
* Acompanhar espiritualmente os
profissionais católicos inseridos nos meios de comunicação e promover o diálogo
e o respeito mútuo com aqueles que não compartilham nossa fé;
* Auxiliar as pastorais da
catequese e liturgia em seus trabalhos, oferecendo subsídios para o uso adequado
dos meios de comunicação e das novas tecnologias em suas ações;
* Zelar pela imagem da Igreja,
oferecendo atendimento adequado à imprensa.
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